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30 de junho de 2011
29 de junho de 2011
(Fr)Angélico.
É triste que uma pessoa tão nova morra seja de qual for a maneira.
É triste que uma Mãe tenha de chorar a morte do seu filho.
É triste que não se meçam as consequências da velocidade e do perigo.
É triste, mas acontece. E nestes 3 dias que o Angélico esteve internado, morreram muitos outros.
Embora não gostasse dele, não deixo de ficar triste.
Até sempre (Fr)Angélico*
É triste que uma Mãe tenha de chorar a morte do seu filho.
É triste que não se meçam as consequências da velocidade e do perigo.
É triste, mas acontece. E nestes 3 dias que o Angélico esteve internado, morreram muitos outros.
Embora não gostasse dele, não deixo de ficar triste.
Até sempre (Fr)Angélico*
*Era assim que o chamávamos em jeito de brincadeira.
28 de junho de 2011
Eu juro que não fiz nada pra que tal acontecesse!
Hoje, o meu telemóvel começou a desligar.....assim, sem mais nem menos.
Não sei se é praga, se sorte ou azar. Mas não tenho culpa. Juro. Tá mor?
Não sei se é praga, se sorte ou azar. Mas não tenho culpa. Juro. Tá mor?
26 de junho de 2011
Ruy de Carvalho
É um GRANDE senhor, sem dúvida. E hoje comprovei-o.
Uma simpatia e uma simplicidade incríveis.
Se já o admirava, a partir de hoje admiro ainda mais.
25 de junho de 2011
Amizade.
"Amizade: palavra que designa vários sentimentos, que não pode ser trocada por meras coisas materiais.
Deve ser guardada e conservada no coração."
23 de junho de 2011
Fábio Coentrão
Não fosse as enormes malas Louis Vuitton eu nem tinha reparado que era ele com a sua Andreia e a filhota de ambos.
22 de junho de 2011
21 de junho de 2011
Como é que se Esquece Alguém que se Ama?
Como é que se Esquece Alguém que se Ama? Como é que se esquece alguém que se ama? Como é que se esquece alguém que nos faz falta e que nos custa mais lembrar que viver? Quando alguém se vai embora de repente como é que se faz para ficar? Quando alguém morre, quando alguém se separa - como é que se faz quando a pessoa de quem se precisa já lá não está?
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
As pessoas têm de morrer; os amores de acabar. As pessoas têm de partir, os sítios têm de ficar longe uns dos outros, os tempos têm de mudar Sim, mas como se faz? Como se esquece? Devagar. É preciso esquecer devagar. Se uma pessoa tenta esquecer-se de repente, a outra pode ficar-lhe para sempre. Podem pôr-se processos e acções de despejo a quem se tem no coração, fazer os maiores escarcéus, entrar nas maiores peixeiradas, mas não se podem despejar de repente. Elas não saem de lá. Estúpidas! É preciso aguentar. Já ninguém está para isso, mas é preciso aguentar. A primeira parte de qualquer cura é aceitar-se que se está doente. É preciso paciência. O pior é que vivemos tempos imediatos em que já ninguém aguenta nada. Ninguém aguenta a dor. De cabeça ou do coração. Ninguém aguenta estar triste. Ninguém aguenta estar sozinho. Tomam-se conselhos e comprimidos. Procuram-se escapes e alternativas. Mas a tristeza só há-de passar entristecendo-se. Não se pode esquecer alguem antes de terminar de lembrá-lo. Quem procura evitar o luto, prolonga-o no tempo e desonra-o na alma. A saudade é uma dor que pode passar depois de devidamente doída, devidamente honrada. É uma dor que é preciso aceitar, primeiro, aceitar.
É preciso aceitar esta mágoa esta moinha, que nos despedaça o coração e que nos mói mesmo e que nos dá cabo do juízo. É preciso aceitar o amor e a morte, a separação e a tristeza, a falta de lógica, a falta de justiça, a falta de solução. Quantos problemas do mundo seriam menos pesados se tivessem apenas o peso que têm em si , isto é, se os livrássemos da carga que lhes damos, aceitando que não têm solução.
Não adianta fugir com o rabo à seringa. Muitas vezes nem há seringa. Nem injecção. Nem remédio. Nem conhecimento certo da doença de que se padece. Muitas vezes só existe a agulha.
Dizem-nos, para esquecer, para ocupar a cabeça, para trabalhar mais, para distrair a vista, para nos divertirmos mais, mas quanto mais conseguimos fugir, mais temos mais tarde de enfrentar. Fica tudo à nossa espera. Acumula-se-nos tudo na alma, fica tudo desarrumado.
O esquecimento não tem arte. Os momentos de esquecimento, conseguidos com grande custo, com comprimidos e amigos e livros e copos, pagam-se depois em condoídas lembranças a dobrar. Para esquecer é preciso deixar correr o coração, de lembrança em lembrança, na esperança de ele se cansar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'Último Volume'
20 de junho de 2011
17 de junho de 2011
16 de junho de 2011
Vejam lá se os homens não são complicados...
DIA 1:
"Fizeste tanto barulho de manhã que não consegui dormir"
DIA 2
"Hoje estava muito silêncio, não consegui dormir!"
"Fizeste tanto barulho de manhã que não consegui dormir"
DIA 2
"Hoje estava muito silêncio, não consegui dormir!"
15 de junho de 2011
14 de junho de 2011
Papel de parede!
Meus leitores lindos,
preciso de sites, lojas, qualquer coisa, onde possa ver papeis de parede giros e originais.
Obrigada!
13 de junho de 2011
10 de junho de 2011
Quem sou eu?
Eu sou o tudo.Eu sou o Nada.
Sou os livros que li,os momentos que passei,eu sou os brinquedos que brinquei,e os amigos que conquistei.
Sou o amor que dei, e os amores que tive, as viagens que fiz, e os desportos que pratiquei.
Sou minha disciplina preferida, minha comida predilecta, essa sou eu...eu mesma,será que vais entender?
Sou o ódio resguardado, sou os sonhos realizados, os objectivos alcançados.
Eu sou o meu interior,mas também meu exterior. Sou um conjunto de factores que você não pode entender.
Sou a saudade, os abraços que já dei, eu sou o passado, mas também o presente e o futuro, sou os meus actos.
Sou o perfeito,Mas também sou o imperfeito. Sou o contraste e a contradição. Sou a complexidade do mundo.
SOU O QUE NINGUÉM VÊ.
Raissa Sonoda
Sou os livros que li,os momentos que passei,eu sou os brinquedos que brinquei,e os amigos que conquistei.
Sou o amor que dei, e os amores que tive, as viagens que fiz, e os desportos que pratiquei.
Sou minha disciplina preferida, minha comida predilecta, essa sou eu...eu mesma,será que vais entender?
Sou o ódio resguardado, sou os sonhos realizados, os objectivos alcançados.
Eu sou o meu interior,mas também meu exterior. Sou um conjunto de factores que você não pode entender.
Sou a saudade, os abraços que já dei, eu sou o passado, mas também o presente e o futuro, sou os meus actos.
Sou o perfeito,Mas também sou o imperfeito. Sou o contraste e a contradição. Sou a complexidade do mundo.
SOU O QUE NINGUÉM VÊ.
Raissa Sonoda
9 de junho de 2011
Mas isto não é um mimo?
A minha irmã já me viu escrever no blogue imensas vezes.
Hoje, na aula de informática na escola decidiu criar um blogue.
Hoje, na aula de informática na escola decidiu criar um blogue.
E este foi o seu primeiro post.
Não é de lhe dar muuiiiiiiittttttoooooossss beijinhos? :)
8 de junho de 2011
Olhó blog da Mãezinha!! (xique)
Bora lá pessoal, divulgar por favor!
Cantinho das Artes
ou na página do Facebook, Aqui!
7 de junho de 2011
Do que eu tenho mesmo saudades....
é de um belo de um arraial.
Com colares de doces, vinho com laranjada, espetada....isso sim, é que é boa vida.
E poncha, claro.
E poncha, claro.
6 de junho de 2011
Para o meu amor.
Porque quase não te vejo.
Porque tens trabalhado tanto.
Porque és o meu suporte.
Porque és o meu best friend.
Porque és meu,
e porque eu sou tua.
Amo-te minha vida.
5 de junho de 2011
Vamos lá ver...
...se estas eleições resolvem alguma coisa.
Eu não acredito. Eu acho que vamos andar nesta crise anos e anos a fio.
Seja o Sócrates, o Passos Coelho, o Alberto João Jardim ou o Coelho....não há milagres.
Resta-nos jogar um dinheirinho no euromilhões a ver se temos sorte...
3 de junho de 2011
Vamos lá dar os parabéns à Tita!!!
Minha querida amiga,
dizem que é mais facil falar com quem não conhecemos. Se calhar foi por isso que nos demos tão bem no início.
Agora já é diferente...agora já sinto que te conheço e tu conheces-me também. Já te considero uma amiga...a ti e ao nosso Mi. És uma Mulher e Mãe com M grande. Admiro-te por isso.
Só estou à espera da tua vinda à Madeira para tomarmos aquelas ponchas!!
Um dia muito feliz!
Beijinhos
1 de junho de 2011
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